quarta-feira, 9 de março de 2011

Por Que Mulheres Inteligentes Se Apaixonam Por Homens Idiotas – Parte II

A Armadilha do Instinto Maternal
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Ao contrário da Síndrome dos Contos de Fada, que é um fator social, o instinto materno é um fator natural. Na essência, somos animais. Desenvolvemos a razão, mas ainda sofremos a ação dos instintos, e o instinto materno é um dos mais fortes presentes na natureza.
Alguns tipos de homens despertam nas mulheres esse instinto de maneira inconsciente. A mulher fica inclinada a cuidar dele, a orientá-lo e a dar o melhor de si para ele, como faria com um filho. Uma impressão de fragilidade a atrai, como se ele precisasse dela para se encontrar, uma sensação de que ele não pode, nem vai ferí -la. Aloka!
Mas isso não é verdade! É apenas uma armadilha do seu instinto… Por mais frágil que pareça, nenhum homem precisa de uma mulher para sobreviver, e eles sempre podem nos machucar. E, quase sempre, acabam fazendo isso sem dó, nem piedade. Filhos são ingratos, não é mesmo?
E mais: relações entre mães e filhos são relações tensas. Ao mesmo tempo que reclama por atenção, o “filho” não quer se sentir aprisionado. Ao mesmo tempo que deseja ser compreendido, ele tem atitudes que te irritam. Ele quer você por perto, mas não perto demais…
Então, pense bem: você pode estar querendo ser a “mãe” de um filho que não é seu. Acho que muito mais interessante, é você brincar com o filho dos outros! Se jogar bonita nos braços do filho já criado de outra pessoa, deixando pra lá todo o drama desse chatíssimo instinto que você deve guardar para os seus filhos biológicos.
O Desequilíbrio dos Gêneros na Sociedade Capitalista
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Está nas estatísticas. Há muito mais mulheres do que homens na maioria das cidades do mundo. Tal desproporção, aliada a outros elementos, causa o fenômeno que os teóricos capitalistas denominam “lei da oferta e da procura”. Se a procura é grande e a oferta pequena, logo o “produto” em questão, devido à escassez, será supervalorizado.
Ou seja, quanto mais mulheres disputarem o mesmo homem, mais ele se sentirá melhor e melhor. E, obviamente, se sentirá no direito de escolher aquela que for adequada naquele determinado momento. E esse momento será breve, porque sempre haverá uma mulher mais bonita, ou mais interessante, ou apenas uma mais nova, para que ele experimente…
Percebem que, para as mulheres, “a lei da oferta e da procura” gera o resultado inverso? Se a procura é pequena, e a demanda é grande, o “produto” fica desvalorizado. Isso estimula a seleção, pelos mais diversos critérios, e a rotatividade, pela simples facilidade de acesso…
Assim, as mulheres se tornam “objetos” dispensáveis, vulgares. Um desequilíbrio natural, aliado à carência feminina, as leva à condição de “coisas” sem importância.
Então, analise: Você pode estar agindo como uma mulher qualquer. E se você se comporta assim, é assim que você será vista.
Texto de Lya Quadros, do O Que Eu Não Disse, adaptado para o Diva Diz

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